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    ASSOMBRAÇÕES PERTURBAM VIZINHA DE CEMITÉRIO EM MARIANA

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  • ASSOMBRAÇÕES  PERTURBAM  VIZINHA DE CEMITÉRIO EM MARIANA

    Uma moradora de Mariana, que reside próximo a um cemitério reclama que sempre está sendo perturbada por assombrações. 

    Ela afirma que depois de passar a fase da adaptação, ela nem ligava mais, pois barulho de coisas quebrando dentro de casa, panelas caindo, já tinham se tornado parte da rotina .

    Porém quando começou a ver vultos já achou ruim, e agora escuta vozes que a perturbam, para escutar uma música ela prefere por fone de ouvido. Piorou quando ela começou a ser recebida na porta por esses vultos. Decidiu procurar ajuda e foi direcionada para pessoas que sabem lidar com esse tipo de coisa.

    Ao conversar sobre suas experiências, essa moradora descobriu que tem um dom, ela é sensitiva, segundo as pessoas que a atenderam.

    Sem possibilidade de mudar de casa atualmente, a moradora convive rotineiramente com vozes, vultos, barulhos, e dia que até já acostumou, mas sente-se incomodada, principalmente no quesito privacidade. Arrumou até discussão com namorado, que tem ciúme dos curiosos do além.

    Também ela relata não poder ter animais pois esses as vezes se comportam de forma estranha.

    Esses casos são muito comuns na região, porém poucos falam. A equipe da ACAM, associação de caçadores de assombração de Mariana, diz que falar sobre um trauma é a melhor forma para lidar com ele, ou até conviver com ele .Porém há casos que são necessários alguma ação, como evitar alguns locais ou torna-los públicos, com movimento de pessoas.

    È o caso de uma Mina em Ouro Preto aberta ao turismo onde o eletricista que foi dar manutenção precisou ser contido, pois começou a falar e comportar-se de modo estranho. Foi contido e retirado do local.

    Ou de uma moradora na rua Dom Silvério em Mariana cujo cachorro alterou a personalidade e teve que ser benzido para voltar ao normal.

    Sobrenatural é uma coisa natural, porém ao relacionarmos com fenômenos sempre é necessário cautela. 

    Preferimos não indentificar a moradora nem o cemitério.