Mariana alcança meta de imunização contra Sarampo e Poliomielite

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    A Prefeitura de Mariana, através da Secretaria de Saúde, cumpriu a meta de imunização contra sarampo e poliomielite, determinada pelo Ministério da Saúde, dentro do público alvo estipulado. O objetivo era vacinar 95% das crianças de 1 a menores de 5 anos. Mariana superou este número, chegando a 102,7%.

    A escolha do público alvo aconteceu por conta dos surtos de sarampo que foram registrados em algumas regiões do Brasil e ao risco da reintrodução da poliomielite (a paralisia infantil). Portanto, foi importante imunizar as crianças que ainda não receberam as doses e aqueles que precisaram completar o esquema da caderneta de vacinação. Já os reforços minimizam o risco de falha vacinal, que é quando as injeções por algum motivo não estimulam a produção de anticorpos contra as doenças, algo que é incomum, mas a prevenção continua sendo a única forma.

    Pensando justamente em extinguir mais uma vez o sarampo do país e impedir o retorno da pólio, a campanha nacional foi ampliada até o próximo dia 14 de setembro, mantendo-se o público alvo. Mas como Mariana já superou o índice, a caderneta de vacinação de cada criança continuará a ser avaliada e será aberta a imunização para os adultos, de 05 a 49 anos, conforme necessidade para atualização do calendário de vacinação.

    A dose deve ser aplicada em duas etapas para o público entre 12 meses e 29 anos, além de profissionais de saúde de qualquer idade. População em geral entre 30 e 49 anos deve tomar apenas uma dose. As imunizações registradas no cartão de vacinação com as vacinas tríplice ou tetraviral são consideradas mesmo que vacinado na infância.

    Dia D – O Ministério da Saúde, preocupado com a baixa adesão da vacinação em diversos pontos do país, decidiu realizar dois “Dias D” durante a campanha deste ano. Mas, apesar da iniciativa, Mariana já havia alcançado o público alvo estipulado, fazendo com que o segundo dia específico para a imunização se voltasse para os Brasoç e responsáveis que não conseguiram levar as crianças aos postos dentro do primeiro período da campanha.

    Foto: Rozembergue A. Teixeira.