Resposta ao projeto de lei 63/2017

    | Cliques: 456

    Nós da comunidade organizada ouropretana, vimos por meio desta manifestar o nosso posicionamento frente ao referido projeto de autoria do Vereador Geraldo Mendes (Partido Comunista do Brasil).

    1)-       Erroneamente intitulada “Escola Democrática”, percebemos que o mesmo não tem nada de democrático, uma vez que o presente Projeto foi elaborado a partir de representantes apenas de um espectro ideológico da sociedade civil, com notória ênfase comunista/socialista. Mentores: 1- Deputado Federal do Rio de Janeiro, Jean Wyllys (Partido Socialismo e Liberdade); 2- Deputado Estadual do Rio Grande do Sul, Juliano Roso (Partido Comunista do Brasil); 3- Vereadora de Salvador, Marta Rodrigues (Partido dos Trabalhadores). Dando muita atenção as palavras do anticristão, Deputado Federal acima referido. Conforme a PL 63/17 página 3/7.

                Além disso, ficou evidenciado que a pretensão deste Vereador, no dia da 12ª. Audiência Pública da Câmara Municipal de Ouro Preto, seria apenas ter presentes a participação de seus aliados, ou melhor, somente os esquerdistas, ficando de fora a grande maioria da população, inclusive foram negligenciados os demais partidos, os pais, os alunos, os professores e funcionários. É importante salientar que a nossa presença foi devido a mobilização voluntária pelas redes sociais.

                O próprio projeto qualifica os que tem opiniões contrárias, como: “retrógrados, conservadores, autoritários, obscurantistas, reacionários, antipedagógicos, anticientificistas, particularistas, religiosos, segregacionistas e mercantilistas”. Conforme a PL 63/17 página 4/7.

    No projeto supracitado ficam salientados os argumentos do anticristão, Deputado Federal acima referido que classifica os de opiniões contrárias ao texto, como produtores de uma sociedade preconceituosa, discriminatória, intolerante religiosa, fanática, fundamentalista, ignorante, incompreensiva, exclusiva, violenta, racista, machista, xenófoba e preconceituosa.

    Acontece que os membros contrários à estas alterações no currículo escolar defendem os preceitos descritos no projeto Escola Sem Partido que possui algumas poucas e simples normas que visam melhorar o nível do ensino escolar, garantir o cumprimento das bases curriculares e o resgate da hierarquia do professor em sala de aula conforme descrito abaixo:

     2)- No Artigo 1º inciso II, fica evidenciada a abertura para a implementação no currículo escolar: “A livre manifestação do pensamento, respeitando a pluralidade étnica, religiosa, científica, ideológica, política, de orientação sexual e da identidade e/ou expressão de gênero”. Essa “identidade e/ou expressão de gênero” encontra-se nas páginas 1/7 e 6/7 da referida PL 63/17.