
A Associação de Caçadores de Assombrações e Monstros de Mariana lançou o número dois da publicação sobre causos e lendas da região neste dia 22 de agosto de 2024, dia do Folclore.
Mais de 200 livros foram distribuídos para pessoas de Passagem e 100 para alunos da Escola Municipal de Passagem de Mariana.
Neste número 2 , livro da ACAM traz : ” Noiva de Furquim e outros causos” feito de uma coletânea de causos publicados no jornal O Espeto sobre as lendas de Passagem, Mariana e Furquim.
O livro é de autoria de Leandro Henrique dos Santos, presidente da ACAM, foto abaixo, explica sobre o porquê do destaque entre as histórias da “Noiva de Furquim” nesta edição .

” A Noiva de Furquim é uma história muito famosa na região. Aconteceu em 1968 um acidente com a viação São Jorge que seguia para Ponte Nova. Nesse acidente morreram 8 pessoas entre elas uma noiva. Como em Mariana a Polícia naquela época não tinha carro, o presidente da Câmara Sr. Alípio de Faria foi lá fazer o resgate dos corpos. Porém faleceu uma moça que era noiva e não conseguiram achar a aliança. A partir de então muitos afirmaram que veem uma mulher vestida de branco, como uma noiva pedindo carona na estrada. A história ficou tão comum que vários trocadores vima a noiva e davam sinal para o ônibus parar e depois destacavam a passagem e não achavam a passageira, que pegava o ônibus próximo a Furquim. De tão comum que se tornou moradores de Furquim solicitaram o arcebispo Dom Oscar para fazer uma missa em intenção a ela, oque foi feito na Igreja de Bom Jesus do Monte. Mas até hoje tem gente que morre de medo de passar no alto de Furquim a noite, como o ex trocador Sr. Vagner Gallo, que saiu da rota devido a aparições da Noiva de Furquim, como passou a ser conhecida.”
No livro, que tem distribuição gratuita e é impresso na Redação do jornal O Espeto, e também pode ser lido na sua versão eletrônica, basta solicitar pelo whatsapp: 31 988448976.

Além da Noiva de Furquim outros causos fazem parte desta edição !


Alunos da Escola Municipal de Passagem também ganharam um exemplar e participaram de uma conversa sobre contação de histórias.

História
DIA DO FOLCLORE
O Dia do Folclore Brasileiro é comemorado a 22 de agosto, uma data que foi instituída em 1965 através de um decreto federal. O objetivo do dia é relembrar e valorizar os aspectos da cultura brasileira, como as lendas, tradições, crenças, contos, brincadeiras e conhecimentos que caracterizam um povo.
A data foi escolhida porque a 22 de agosto de 1846 foi a primeira vez que o termo “folclore” foi utilizado para fazer referência aos costumes de um povo.
O termo foi inventado pelo folclorista britânico William John Thoms (1803-1885), que juntou as palavras “folk”, que significa “povo”, e “lore”, que significa “conhecimento”.
No Dia do Folclore, costuma-se exaltar os elementos e tradições que fazem parte da cultura popular, como brincadeiras infantis, danças, canções, festas típicas e personagens lendários. No Brasil, essas manifestações nasceram através dos indígenas, africanos, portugueses e além da influência de muitos imigrantes que formam o amálgama cultural que é o Brasil.
Para receber notícias do jornal O Espeto em seu whatsapp clique aqui