A exposição, realizada pelo grupo Conterra, permanece até 26 de março de 2025 na entrada principal da Escola de Minas, na UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto.
O grupo Conterra ( Conflitos em Territórios Atingidos ) é vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo (Dearq) da UFOP.
De acordo com o site da UFOP, o grupo Conterra promoverá ações nos próximos dez meses para marcar os dez anos de luta por justiça e reparação integral do rompimento da barragem de rejeitos de minérios de Fundão, sob responsabilidade das mineradoras Samarco, Vale e BHP.
Segundo informações a primeira ação apresenta e amplia a exposição “Mariana 9 anos: como contar o tempo que não volta?”, ocupando o espaço da Escola de Minas.
As imagens da exposição abordam os temas: memória, religiosidade, ser atingido, caminhos de luta e territórios atingidos. Elas foram lançadas primeiramente em 5 de novembro de 2024, no Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), pela Comissão de Atingidos pela Barragem de Fundão (CABF) e Assessoria Técnica da Cáritas , e mostram os modos de vida tradicionais que as comunidades atingidas de Mariana possuíam.