300 soldados mercenários brasileiros cercados em Kupiansk
    Bandeira de mercenário brasileiro é capturada por tropas russas e exibida em vídeo divulgado pelas tropas Chechenas aliadas da Russia.

    Usando a tática de pinça repetidamente os russos cercam cidades e fortificações ucranianas. Desde setembro ataques tornam a situação em Kupiansk em zona de combate, porém a situação atual em 15 e 16 de dezembro de 2025 se tornou dramática pois há mais de 2 mil soldados cercados na cidade, entre eles cerca de 300 mercenários brasileiros, de acordo com informações de inteligência de Portugal que acompanha de perto a guerra e liberou dados a mídia. Há uma grande comunidade brasileira em Portugal que faz com que o tema dos mercenários brasileiros na Ucrânia seja amplamente divulgado.

    Atraídos por salários que variam, no treinamento recebem cerca de 3 mil reais, na zona de perigo  R$ 6 mil, e na linha de frente 25 mil  fazendo que muitos brasileiros e colombianos se tornem mercenários e se alistem no exercito da Ucrânia, porém as condições são duras, o treinamento é rápido e muitas famílias ficam sem notícia e sem indenização de equivalente a dois milhões de reais no caso de morte como prevê o contrato de alistamento, devido a burocracia judicial e até porque como os ucranianos estão perdendo territórios os corpos são deixados para trás na retirada.

    A Russia e Ucrânia realizam periodicamente trocas de corpos de soldados caídos em combate.

    Circularam informações que em Kupiansk os ucranianos é que cercaram os russos, coom uma visita do presidente da Ucrânia Zelesnky nas proximidades, porém todas análises de mapas desmentem essa versão, mostrando que na guerra as notícias também são usadas para animar as tropas. Um exemplo foi a tática de propaganda nazista mesmo com os aliados às portas de Berlin afirmavam que o exército alemão estava ganhando a guerra.

    Kupiansk serve como um centro logístico e ferroviário vital. Sua queda total já anunciada representa um avanço significativo para Moscou na tentativa de consolidar o controle sobre a região de Kharkiv e pressionar o Donbas pelo norte.

    A realidade é mais uma vez soldados ucranianos se rendendo pois não há outra opção pois reforços já não chegam, e não há mais como recompor tropas nesta altura da guerra. Até recrutamento forçado de homens, entre 18 e 60, de forma aleatória está sendo feito na Ucrânia o que cada vez torna a guerra e o governo mais impopular. A idade para servir foi esticada para 60 anos em julho deste ano pela Ucrânia na tentativa de recompor perdas nas tropas.

    A guerra da Rússia e Ucrânia se intensifica, com avanços russos em todas frentes, e a Ucrânia dedica a atacar a distância a infraestrutura russa como refinarias de petróleo e navios no mar Negro, tendo afundado 4 navios petroleiros de outras bandeiras que seguiam a Rússia neste início do mês de dezembro de 2025, gerando protestos da Turquia.

    Ao atacar embarcações não militares, como navios cargueiros de outros países que seguiam para portos russos a Ucrânia abre um precedente perigoso e demostra desespero, pois desde o início da guerra isso não era feito. A retaliação russa já começou atacando embarcações que seguiam para Ucrânia, tornando o Mar Negro um local a ser evitado. A Turquia já informou que derrubou drones que passavam em seu espaço aéreo.